quinta-feira, 31 de maio de 2012

5º ESCAMBO e 1º BRECHO COMUNITÁRIO


Dia 02/06/12- No MOCAMBO- Frente ao largo ZUMBI DOS PALMARES.A partir das 14 horas/15 horas,resgate histórico dos participantes.
IDEALIZAÇÃO: MOCAMBO e ANGOLA JANGA.
Apoio:AMIGOSdoPARQUE FARROUPILHA,AMOTEM.ASFERAP,FRITID
ONG DESPERTAR COLETIVO,RDC WEB,VILA JULIANO MOREIRA.
ROUPAS DE 1º A PARTIR DE 0,50 CENTAVOS ATÉ 10,00.
DOAÇÃO para entidades que se cadastrarem até 31/05/12.
INFORMAÇÃO:81376198 com Elaine ou 81308788/85636537 com Juliano.
*Se chover tiraremos outra data

TRABALHADORES INFORMAIS UNIDOS,CONTRA FIFA E SEUS SUBSERVIENTES,NA DEFESA DE TRABALHO.


Excelente o 1º dia do curso de formação de camelôs e ambulantes,aplicado por Maira Vannuchi,da Ong Streetnet.Começamos indicando quais os problemas enfrentados por camelôs e ambulantes de POA e região metropolitana.Os problemas são iguais aos dos camelôs do Rio,São Paulo,Minas e todas as cidades sedes da excludente copa do mundo.Perseguições ,extinção de espaço de trabalho,formalização escrava,rejeição de dialogo,retaliações e a absurda ideia de implantar a qualquer custo camelódromos privados,ou seja a cartilha é a mesma em todos os lugares,querem vender a nossa mais valia aos poderosos politicos da COPA E FIFA,para que depois nos tornemos escravos desse sistema excludente.Mas nem tudo esta perdido,estamos nos unindo para manter e resgatar espaços de trabalho dignos!

domingo, 29 de abril de 2012

Discurso de Juliano - Assembleia Orçamento Participativo Região Centro

Assista abaixo ao discurso de Juliano Fripp, uma visão crítica da prefeitura de Porto Alegre que desde 2005 está acabando aos poucos com o Orçamento Participativo.




terça-feira, 1 de novembro de 2011

Juliano Fripp em São Paulo: Declaração do Fórum de Planejamento da Campanha Cidades pra Todos(as)

Estamos publicando abaixo os principais resultados da ida de Juliano Fripp a São Paulo como representante dos trabalhadores informais de Porto Alegre para discutir os problemas da Copa do Mundo. Abaixo segue a declaração do Fórum de Planejamento da Campanha Cidades pra Todos(as), que mostra que uma outra copa do mundo é possível, respeitando os direitos dos(as) vendedores(as) informais.
[Clique na foto para ampliar]


A Copa e a queda de Orlando Silva

Abrigado mais uma vez pela postagem, começou a queda dos coronéis da Prefeitura, aos poucos vamos avançando, a poucos dias atrás foi a corrupção na Carris, agora na Sec. de Direitos Humanos, a ancia de poder deles é tão grande que eles vão se corrompendo achando que são inatingiveis. Falta cair o Camelódromo é uma questão de tempo!

Nota Oficial da Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa
A Copa e a queda de Orlando Silva
A Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa das 12 cidades-sede, composta por movimentos sociais e populares, entidades, organizações e militantes que defendem uma Copa inclusiva, democrática e sem violações de direitos humanos, vêm a público se manifestar sobre a saída de Orlando Silva do Ministério dos Esportes, bem como reforçar a preocupação com a condução das questões relacionadas aos Mega Eventos no Brasil.
A gestão do ex-ministro Orlando Silva foi incapaz de avançar na efetivação da Política Nacional de Esporte. Ainda foi marcada pelo aparelhamento do Ministério para favorecimento das grandes empresas, pela terceirização da política pública através dos convênios com entidades particulares, pelo desrespeito aos atletas (muitos dos que competiram no PAN ficaram todo o primeiro semestre de 2011 sem receber o apoio financeiro das bolsas governamentais) e pelo descumprimento das decisões e diretrizes das Conferências Nacionais dos Esportes, como a criação do Sistema Nacional do Esporte e Lazer.
Durante o período em que esteve à frente do Ministério dos Esportes, experimentou-se pronunciada omissão do Estado na construção de uma política pública séria e efetiva no campo esportivo, bem como seguido desrespeito à sociedade civil e aos processos de participação democrática, motivo que, sozinho, já justificaria sua retirada.
Porém, seu principal legado é a condução autoritária e nebulosa das negociações e implantação da Copa do Mundo de 2014. Infelizmente, mais próximos de uma vitrine de oportunidades econômicas especulativas do que de um evento esportivo, visando sobretudo o lucro e o favorecimento da FIFA e de seus patrocinadores. Os jogos projetados pela gestão de Orlando Silva, e de todo o governo federal, são responsáveis diretos pelos grandes prejuízos sociais, econômicos e culturais já instaurados ou em fase de consolidação no país.
Acompanhamos diariamente o estado de exceção imposto para a viabilização da Copa no Brasil nos moldes ditados pela FIFA. Vemos populações inteiras sendo despejadas (números ainda provisórios apontam que aproximadamente 150 mil famílias serão atingidas), camelôs sendo proibidos de exercer suas atividades, moradores em situação de rua expulsos, cidades militarizadas, obras superfaturadas, desvio de dinheiro público e a criação de uma base legal que visa ferir a soberania brasileira e os direitos historicamente conquistados.
A Lei Geral da Copa, idealizada também pelo Ministério de Orlando Silva e agora em discussão no Congresso Nacional, merece atenção e desconfiança da população, pois prevê:
a) as patentes para a FIFA de nomes e símbolos relacionados à Copa;
b) a supressão dos direitos à meia-entrada e outros direitos do consumidor conquistados;
c) a proibição de atividade em território público, mas considerado pela FIFA como de interesse dos jogos;
d) a substituição do visto consular pelo ingresso vendido pela FIFA como autorização de entrada no país; e, principalmente,
e) pela submissão do Estado brasileiro como responsável por todos os prejuízos da entidade.
Ademais, a Lei Geral também cria novos tipos penais e juizados especiais que servirão para coibir e criminalizar a população brasileira em seu próprio território, colocando os interesses estrangeiros (da FIFA) acima dos nacionais.
A FIFA é uma empresa privada, assim como seu Comitê Organizador Local, e tanto a empresa quanto seus dirigentes são alvo de inúmeras denúncias e investigações internacionais.
Finalmente, o Ministério dos Esportes e o governo brasileiro já autorizaram maior endividamento dos estados e municípios
para a Copa. Também aprovaram orçamentos bilionários, desvirtuando prioridades, e isenção fiscal para todas as atividades relacionadas aos Mega Eventos. Ou seja, a FIFA e as pessoas a ela ligadas não pagarão um único centavo de impostos no Brasil. Ficará a dívida, a conta que já está sendo paga pela falta de investimentos nas políticas de saúde, educação, habitação e trabalho, entre outras.
Orlando Silva caiu depois de uma gestão desastrosa para o Esporte e a sociedade brasileira. Infelizmente, porém, esta mesma política deve continuar com Aldo Rebelo, uma vez que ainda não foi questionada.
Lutaremos sempre para barrar medidas abusivas como a Lei Geral e garantir o direito das populações atingidas pela Copa do Mundo.
O ministro sai acuado por várias denúncias de desvio de verba e favorecimento ilícito. Nos posicionamos pela justiça e respeito aos direitos e garantias fundamentais como princípio norteador. E defendemos também a publicidade e transparência, inclusive para que a população saiba, dentre outras coisas, que o novo Ministro dos Esportes, Aldo Rebelo, teve sua campanha financiada por pelo menos três dos 10 patrocinadores nacionais da CBF, além de empreiteiras beneficiadas com as obras da Copa de 2014.
Por essas razões, defendemos acima de tudo:
a) que as obras para a viabilização da Copa de 2014 sejam realizadas com transparência, participação e controle social, assegurando o direito à moradia e ao trabalho; todas as populações (trabalhadores e moradores) removidos pelas obras da Copa tenham seu direito de defesa respeitado; e possam ter de volta moradia e emprego dignos;
b) que os(as) atletas olímpicos tenham seu direito à bolsa Atleta garantido e que as políticas da Conferência de Esporte sejam cumpridas, bem como que a Política de Esporte Nacional seja desenvolvida de forma responsável e pública, e não através de transferência de recursos a convênios privados sem controle social;
c) que a população brasileira tenha o direito de opinar sobre a perda de soberania com a Lei Geral da Copa, os gastos bilionários do orçamento público para a realização da Copa e a isenção de impostos para a Fifa.
Sem estes direitos assegurados, de nada vale o direito de defesa do ministro, do governo federal e da FIFA, pois seus crimes e violações continuarão em curso.
Assinam esta nota os Comitês Populares da Copa de Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Manaus, Cuiabá, Belo Horizonte, Salvador, Porto Alegre, Fortaleza, Curitiba e Natal.
31 de outubro de 2011

Van da Guarda Municipal de Porto Alegre é usada para transporte de fiéis ao interior do Estado!

Estamos falando aqui do mesmo governo que vendeu um espaço público no coração da cidade de Porto Alegre para uma empresa de Erechim, que tenta privatizar o espaço público e os camelôs, e que além disso mantém relações espúrias com o caso da falência da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA) de Porto Alegre, cujas investigações ainda continuam em andamento.



A denúncia do envolvimento dos administradores do camelódromo com o caso ULBRA foi aqui denunciado e corre em vários órgãos de imprensa. Continuamos de olho para ver até onde vão os casos de uso do patrimônio público para bens pessoais e para o privilégio de poucos por favores políticos!
http://julianodocamelodromo.blogspot.com/2010/03/ministerio-publico-denuncia-verdicom.html

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

No MUNDO e também no BRASIL a politica é MENTIR e REPRIMIR.
Esse filme é DEDICADO ao POVO;
FILMADO pelo POVO;
E PARA o POVO.
NÓS o POVO, EXIGIMOS o que é NOSSO, CHEGA....

Juliano Fripp em São Paulo: relatos das experiências de trabalhadores informais

Não posso ir dormir sem falar do genocídio que o Prefeito Kassab esta fazendo com os camelôs do Braz, esse Prefeito esta sendo comparado com os piores ditadores da história.Quando vi o que esta acontecendo e o que a imprensa, comprada, de São Paulo esta dizendo lembrei daqui de Porto Alegre quando Fogaça e Fortunati botaram a tropa de choque para exterminar com nossa categoria.


Genocídio que o Prefeito Kassab esta fazendo com os camelôs do Braz, o faz ser comparado aos piores ditadores da história.Quando vi o que esta acontecendo e o que a imprensa, comprada, de São Paulo esta dizendo lembrei daqui de Porto Alegre quando Fogaça e Fortunati botaram a tropa de choque para exterminar com nossa categoria.Lembram quando a TROPA DE CHOQUE a mando da Prefeitura de POA acampou na VOLUNTÁRIOS para bater em camelôs?


PARTE DO GRUPO DE TRABALHADORES INFORMAIS PRESENTES EM SÃO PAULO QUE FIZERAM O AVANÇO RUMO AO RECONHECIMENTO NACIONAL DE UMA CATEGORIA QUE CONTRIBUI MUITO NA GERAÇÃO DE TRABALHO E RENDA NESSE PAÍS.VIVA OS CAMÊLOS, FEIRANTES E AMBULANTES DESSE BRASIL E DO MUNDO.


domingo, 23 de outubro de 2011

FIFA PEGA PESADO: VEJA O QUE FIZERAM NA COPA DA ÁFRICA COM OS CAMELÔS


Para proteger patrocinadores da Copa, entidade máxima do futebol compra briga com comércio informal da África do Sul e desperta a ira de pequenos e médios empresários

Por Yan Boechat e Rodrigo Cardoso, enviados especiais à África do Sul
A eliminação dos Bafana Bafana ainda na fase  de grupos da Copa do Mundo não foi a única frustração enfrentada pelos sul-africanos neste Mundial. Dezenas de milhares de vendedores informais, pequenos comerciantes e mesmo empresas de médio porte estão vendo desaparecer as esperanças de lucrar com o maior evento esportivo do mundo simplesmente por conta das duras restrições impostas pela Fifa a todos aqueles que não são seus patrocinadores.
 
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Na última semana, o sentimento de revolta pelo que muitos consideram uma interferência além dos limites da Federação Internacional de Futebol cresceu em todo o país. Nas ruas da Cidade do Cabo, camisas com a inscrição Fick Fufa – um trocadilho que soa como um xingamento, algo como “f... Fifa”– estão sendo vendidas aos milhares. 
A ex-chefe do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos, Mary Robinson, afirmou que a Fifa deveria ser responsabilizada pelo prejuízo que milhares de vendedores de rua estão tendo graças à restrição de comércio imposta pela entidade.
“Essa é uma questão de direitos humanos”, afirmou Robinson. “A Fifa não pode só pensar em seus patrocinadores, mas deve acima de tudo  respeitar as pessoas que vivem no país onde o evento é realizado, especialmente se este país estiver em desenvolvimento.”
 
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Revolta: ambulante perto do estádio e o movimento de protesto "Fick Fufa": Fifa impõe restrições ao 
comércio informal e arranja confusão com setor que responde por 10% do PIB da África do Sul

 
Com um faturamento anual que supera a casa do US$ 1 bilhão, a Fifa tem se mostrado fiel a seus parceiros. A federação, que está registrada na Suíça como uma organização sem fins lucrativos, tem sido extremamente rigorosa com qualquer empresa que tente faturar em cima da Copa do Mundo.
Os mais atingidos nessa batalha têm sido os pequenos comerciantes, que esperavam lucrar com os jogos. O estádio da abertura e da final da Copa do Mundo, o Soccer City, fica no bairro de Soweto que, apesar de não ser mais uma favela, ainda guarda uma grande população de baixa renda.
 
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"Se eu instalar uma tevê na calçada e vender cerveja, terei minha licença cassada", disse Felicity Gnano, dona de um pequeno comércio em Johannesburgo
Por determinação da entidade, ninguém pode vender absolutamente nada dentro de um raio de mais de um quilômetro do estádio. “Nós queremos levar essa discussão aos mais altos escalões para que situações como essas não se repitam na Copa de 2014 nem nas Olimpíadas de 2012”, afirmou Mary Robinson.
Pelas estatísticas sul-africanas, quase 10% do PIB do país está baseado na economia informal, basicamente nos vendedores de rua. Hoje, de acordo com dados oficiais, o desemprego é de 25% na África do Sul.
Extraoficialmente, há quem considere que 40% dos sul-africanos estão desempregados. “A Fifa precisa recompensar essas pessoas, que investiram suas vidas comprando produtos para vender perto dos estádios e que descobriram as proibições às vésperas do Mundial”, afirma Pat Horn, diretor da StreetNet, organização não governamental que trabalha com vendedores de rua na África do Sul. “Ao menos 100 mil pessoas tiveram prejuízos nessa Copa”, diz.
A Fifa tem justificativas para proibir os comerciantes ambulantes. De acordo com a entidade, a área de exclusão é feita para manter a segurança em torno dos estádios. A organização, no entanto, não se manifesta sobre as proibições impostas aos lojistas que estão nas proximidades dos estádios ou mesmo nas chamadas Fan Fests, áreas onde telões exibem os jogos.
Nenhum comerciante que já esteja instalado ao redor das Fan Fests tem permissão para ampliar seu negócio. “Eles foram claros: se instalarmos uma tevê, se decidirmos vender uma lata de cerveja, nossa licença será cassada”, diz Felicity Gnano, dona de uma livraria em frente a uma Fan Fest em Johannesburgo.
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“Eu queria fazer o que sempre faço nos lançamentos dos livros: colocar uma tenda na calçada, com mesas, e servir bebidas”, diz ela. Mas, para isso, ela teria que comprar uma licença especial da Fifa.
“Cobraram US$ 12 mil, mas o valor é impossível para nós que somos pequenos.” Há quem esteja conseguindo encontrar brechas nas duras regras impostas pela Fifa para lucrar com o Mundial sem precisar pagar por isso. A Kulula, uma companhia aérea sul-africana, iniciou uma agressiva campanha de marketing tratando do assunto com bom humor.
O primeiro comercial da empresa dizia que ela era “a companhia aérea não oficial daquele evento que você sabe qual é”. A brincadeira funcionou. “Não queríamos quebrar as regras, mas mesmo assim a Fifa ameaçou nos processar pelo fato de termos colocado bolas de futebol e vuvuzelas em nossas campanhas”, disse Nadime Damen, diretora de marketing da companhia.
“Ficamos surpresos, não imaginávamos que eles atacariam uma empresa local que não estava usando nem o nome do evento.” A Kulula, no entanto, não se intimidou. Animada com a repercussão que a história teve, tratou de criar outros anúncios.
Na propaganda seguinte, dizia que a companhia oferecia voos mais baratos para “aquela coisa que não aconteceu na África do Sul no ano passado nem vai acontecer no próximo ano”. Em outra campanha, prometeu passagens gratuitas a todos aqueles que se chamassem Stepp Blatter, o nome do presidente da Fifa.
“Um homem disse que seu cachorro se chamava Stepp Blatter e que nós não havíamos especificado que era necessário ser um humano”, diz Damen. “Adoramos a ideia e demos passagens grátis para o cachorro e para o dono durante toda a Copa.”

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

As feiras da ASFERAP para pagar os alugueis no camelódromo

Depois da EXPOINTER, hoje nós da ASFERAP estamos aqui na base aérea de Canoas fazendo mais uma feira e trazendo camelôs de dentro do camelódromo para participar, pena que o lucro dessas feiras, em sua grande maioria, é para entregar a empresa que administra o camelódromo, já que lá dentro as vendas mal da para pagar os alugueis, e a prefeitura de POA nada faz.SOCORRO.

Juliano Fripp estará em São Paulo representando os trabalhadores informais de Porto Alegre

Domingo, se as cinzas do Vulcão Chileno permitir, estarei em SÃO PAULO, participando da Campanha Cidades de Classe Mundial para Todos (CCMT), promovida pela StreetNet Internacional.Representando os trabalhadores informais de Porto Alegre irei com o compromisso, em conjunto com todos os representantes das cidades sedes da copa, de criar e manter espaços de trabalho para camelôs dentro da area de exclusão exigida pela FIFA, não vamos concordar que essa entidade venha governar dentro de nosso território, excluindo trabalhadores.


Estarei em São Paulo representando os trabalhadores informais de Porto Alegre em uma oficina que definirá os rumos e as ações que queremos e tomaremos para garantir a permanência e a criação de espaços de trabalho para os camelôs.


Confira mais detalhes sobre a StreetNet no site: http://www.streetnet.org.za

StreetNet International

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

SECRETÁRIO DA SMIC VALTER NAGELSTAIN FOGE NOVAMENTE DO DEBATE

Depois de quase 30 dias de espera ontem saiu a reunião com a SMIC, integrantes da ASFERAP lotaram a sala 10 sedentos de respostas, e adivinhem se o Secretário Nagelstain compareceu, acertou quem disse não, mais uma vez o Secretário,que se diz legalista, desrespeitou o fórum de delegados e conselheiros da região centro.Mandou o adjunto Omar Ferri Junior, que novamente veio com o disco furado, respondeu poucas perguntas, e foram muitos questionamentos, e as que respondeu foram evasivas,foi muito objetivo em dizer que a SMIC assinou um convenio com a Brigada para reprimir qualquer trabalhador que queira trabalhar no centro de POA, e ainda teve a coragem de dizer que esse governo não persegue camelôs e sim a brigada.Tinhamos tantas perguntas para Nagelstain e ficamos sem poder questionar, por que será que ele não enfrenta as pessoas que ele botou para fora do camelódromo será que ele não tem respostas ou tem medo de se comprometer com a Verdi, empresa que construiu o camelódromo e parece mandar na prefeitura?Mas nem tudo foi perdido, estavam na reunião, Rogério e Fernando, representantes do comitê gestor, que admitiram muitos problemas no camelódromo, mas que estão de mãos amarradas em função de contratos firmados pela prefeitura com a Verdi construções.Coloquei nosso movimento a disposição do comitê no sentido de pressionar a prefeitura e a Verdi a cumprirem acordos já firmados e que eles esqueceram, por exemplo o banheiro público com fraldário e um relógio de luz independente no bloco B.Tivemos também a afirmação do secretário adjunto Marcos Botelho de que vai avaliar projeto da ASFERAP que cria espaços alternativos para os que perderam seus espaços no camelódromo, fazendo feiras em ocasiões especiais, como o Natal, Fórum Social e Copa do mundo, importante também foi a intervenção da conselheira Eurides que questionou o adjunto Omar Ferri, e defendeu nosso camelódromo.De tudo, o mais importante foi ver a sala lotada de nossos guerreiros, mostrando a força de nossa entidade, pessoas que não tiveram medo de perguntar e mostrar a cara, estamos todos de parabéns pela a unidade e força.

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

ASFERAP E EXPOINTER MAIS UM ANO DE PARCERIA

Depois de longos 7 anos,sábado dia 27/08,a entidade que represento,ASFERAP, estará novamente na organização dos espaços destinados a vendedores informais,com o apoio da Prefeitura de Esteio.Essa legitimidade de nossa entidade e o respeito que existe por parte da Prefeitura,vem não de agora,e sim quando em 2003 o governo do Estado proibiu o trabalho informal na frente da EXPOINTER,foi quando nossa organização pediu o apoio a Prefeitura e a Câmara do vereadores de Esteio,para que nos desse uma oportunidade de organizar e transformar a frente dessa tão importante feira internacional.Enfrentamos o Estado com mobilização e ganhamos o respeito de quem acreditou em nós,hoje nossa entidade é reconhecida como a que respeita e trabalha para uma plena organização dos trabalhadores informais.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Uma história que jamais vai ser apagada, acompanhe a trajetória de um movimento que se iniciou em 1990 e que esta longe de acabar

Juliano sempre esteve envolvido com a negociação dos critérios de acesso ao Camelódromo: nos últimos meses de 2008, foi graças à reunião convocada com o secretário Clóvis Magalhães que a inauguração pôde ser adiada para 2009 e os camelôs puderam aproveitar as vendas de fim de ano ainda nas ruas.
 Gostaríamos de lembrar, hoje, o dia 16 de feveiro de 2009, em que Juliano foi eleito, com mais da metade dos votos válidos, como representante dos 800 comerciantes populares no Comitê Gestor. O órgão é composto por um representante da SMIC, um representante da empresa Verdicon Construções, e três representantes dos camelôs, um dos quais titular. Foi como líder desses trabalhadores que Juliano investiu as suas forças, o seu tempo, a sua luta para a construção de um camelódromo mais justo e sustentável para sua comunidade. Trata-se de uma luta que foi, desde o início, desleal, injusta e perniciosa, mas que orgulha aqueles que participaram e estiveram à frente com Juliano - porque é só assim, engajando-se na luta contra essa máquina capitalista, que um dia novas condições poderão surgir para todos.

Vamos acompanhar abaixo um trecho da fala de Juliano logo após a sua eleição:



(...) muita coisa está errado! E agora nós vamos ter serviço pela frente. Mas pelo menos nós vamos ter como negociar. Nós não tínhamos como exigir nada da empresa. Porque todo mundo sabe que isso aqui, na verdade é um conflito que só existe pela ganância e pela vontade do lucro dessa empresa e do governo que resolveu se juntar a eles... Agora nós vamos sentar e impor também as nossas condições. Eles vão ter que aliviar um pouco pro nosso lado, cobrando menos aluguel ou então dando um prazo de carência. E assim tem muita coisa que nós aos poucos vamos ter que contornar e corrigir. (...) Não vai ser fácil, porque mesmo estando na coordenação a partir de agora, vai ter muita gente se posicionando contra essa mudança, contra o nosso esforço e a nossa luta, e vão fazer de tudo pra isso não dar certo.
 

Estamos dando sequência à história de Juliano Fripp e da ASFERAP, uma história que se confunde com a trajetória do comércio popular em Porto Alegre e que é reveladora da luta de um trabalhador pelos direitos dos seus e daqueles que procuram dignidade e melhores condições de trabalho na negociação com o poder público.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ei! Ei! Ei! Juliano é Nosso Rei!

Festa de posse da primeira gestão do Comitê Gestor do Camelódromo, liderada por Juliano Fripp, que se elegeu, na época, com mais da metade dos votos válidos. Daquela época, fica a lembrança de um povo que lutava pelos seus ideais, por um camelódromo mais justo, transparente e sustentável, e de uma gente que não se deixa intimidar por ameaças e retaliações dos poderosos. É com esse espírito que lembramos a primeira gestão do comitê gestor do camelódromo, em 2009, a única a fazer o contraponto real com a empresa e a SMIC. E é em busca desse espírito que lembramos dos velhos tempos de busca por cidadania, dignidade e respeito.

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Uma história que jamais vai ser apagada, acompanhe a trajetória de um movimento que se iniciou em 1990 e que esta longe de acabar

Acompanhe, abaixo, o documentário realizado ao longo do processo de mobilização da ASFERAP, liderada por Juliano Fripp, desde a inauguração do camelódromo até os últimos dias de resistência, quando a prefeitura autoritariamente realizou os primeiros despejos. Ajude a divulgar essa luta, na certeza de que ela está longe de acabar e se mantém viva em busca de sustentabilidade social para esse sonho coletivo que é o camelódromo.





sexta-feira, 24 de junho de 2011

Assista a seguir o vídeo feito pela Associação Feira Rua da Praia, juntamente com seu líder, Juliano Fripp. O grupo atuou durante vários anos ao longo da Rua da Praia, no comércio informal de Porto Alegre. Pelos depoimentos de Juliano e de membros da associação, é possivel observar como foi gestado o sonho de migração para o camelódromo, e de como o projeto atual de camelódromo destruiu esse sonho coletivo, ao acabar com toda uma classe de trabalhadores, os camelôs.

A HISTÓRIA DE JULIANO, A HISTÓRIA DOS CAMELÔS

A partir de hoje estaremos iniciando uma série de postagens que buscam retomar toda a história de enfrentamentos e mobilizações dos camelôs numa das principais capitais do sul do Brasil, Porto Alegre. Essa história será contada a partir da trajetória e da luta social, política e econômica de Juliano Fripp que foi e é presidente de uma das Associações de trabalhadores informais que sempre ocupou a frente desse processo de batalhas e lutas por melhores condições de trabalho. A luta de Juliano - e seus colegas - é a luta pelo respeito, pela cidadania, pela dignidade daqueles que sempre trabalharam nas ruas e nunca foram amparados pelo Estado; é a luta daqueles que se viram repentinamente confinados em bancas do tamanho de gaiolas de ferro num espaço que antedia muito mais aos interesses econômicos e financeiros de poucos - da empresa e de certos agentes do Estado - e menos aos camelôs de verdade.


Essa luta inicia há mais de vinte anos e é parte da trajetória do comércio informal de Porto Alegre. A biografia de Juliano Fripp será contada ao longo de semanas e meses e finalmente será reunida e coletada em um documentário - a ser lançado no seu devido tempo. O que nos interessa agora é mostrar como tudo isso surgiu e por que lutamos em nome de ideais que para muitos podem estar esquecidos, enterrados, mas que são a essência de uma democracia mais digna, justa e igualitária para todos.

O engajamento de Juliano e da ASFERAP na luta por um camelódromo digno e transparente inicia com maior vigor em 2008, depois de ficar claro que tipo de empreendimento o governo da época - o PMDB de Fogaça - estava tramando e como convenceu os camelôs através de mentiras e projetos enganosos, aproveitando-se dos sonhos e desejos daqueles que passaram a vida nas intempéries das ruas. O que se conseguiu na época foi não só atrasar a inaguração da obra para 2009 - que estava cheia de problemas de infra-estrutura decorrentes da incapacidade da empresa Verdi que não se sabe como venceu a licitação - mas sobretudo mostrar que uma classe de trabalhadores que estava acostumada a todo tipo de dificuldades e intempéries não se entregaria, facilmente, à máquina que estava se articulando naquele momento na parceria entre a prefeitura de Porto Alegre e a empresa de Erechim, famosa pelos seus presídios, Verdicon Construções.




Em breve, o que aconteceu após a inauguração do prédio.

Conferências e reunião do OP 22 de junho

Sábado, dia 20, fizemos uma bela pré-conferencia na região centro,onde tivemos varias lideranças presentes,dentre elas Sr.MIlton da Otto,Jeferson da Vila sossego,Elaine do Mocambo e Eurides da princesa Isabel.Varias diretrizes e encaminhamentos foram feitos,como por exemplo a retomada de ações de arrecadações de alimentos, já que o governo municipal não esta repassando o que chega de Brasilia.Muito mais coisas foram discutidas,e estarão postadas em meu blog a partir de amanha.Estamos nos preparando bem para a conferência municipal de segurança alimentar e nutricional sustentável de Porto Alegre.



OP


Reunião do OP ontem foi bem esclarecedora,enquanto um grupo defendia e defende a posição do governo municipal,nós fomos a luta, atrás de informações,e descobrimos na CUTHAB que nem tudo que eles dizem nas regiões é verdade.Exemplo é o fato que a caixa não exige garagens para construir casa, como o DEMHAB havia afirmado,comprovado na taquigrafia trazida pelo assessor da CUTHAB e isso fez com que os governistas voltassem atrás e valorizassem a nossa investida,conseguimos com isso aumentar em 40 unidades habitacionais no projeto da região centro.Antes eles,governo e governistas,diziam que só podia construir 80 casas,agora,depois de nossa ação,eles consideram a possibilidade de construir 120 casas.Parabéns ao grupo composto pela chapa 2 que estão atentos as manobras desse governo!

terça-feira, 14 de junho de 2011

VILA SOSSEGO

Quero agradecer todas as lideranças da Vila Sossego que nos recepcionaram no sábado,avançamos muito na discussão do OP região centro.Ficou claro que só a união de todas as entidades vai fazer com que as demandas elencadas sejam atendidas.Estamos cada vez mais firmes para cobrar as obras prometidas pelo poder municipal.